segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
ENCANTO
“Inverno primavera poeta é quem se considera” já disse o Leminski. Uma música, um pé de jabuticaba florido, uma palavra pedindo pra nascer, os meninos brincando nas fontes da praça, esse estranho que acaba de passar por você, o caos iluminado da cidade, o casal apaixonado de mãos dadas, a mão naquilo, aquilo e por aí vai… Ordinário é fazer vista grossa pra isso e tudo mais. Extraordinário é ver beleza, magia e poesia nas coisas mais simples e tirá-las da sua banalidade através de um olhar poético. Exercitemos nosso olhar poético! Eu acredito que tem encanto em todo canto. Estamos cercados de poesia. Façamo-as!
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Outras palavras
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Inevitável fazer um balanço do ano que passou, né não? É bom ver tudo o que valeu a pena. O que já não importa mais. O que merece seguir viagem com a gente ou o que precisa ficar pelo caminho.
Dando uma olhadinha pra trás, eu tô agradecido pelo ano. Coisas muito bacanas me aconteceram (e chateações fazem parte de qualquer pacote). Eu corri (e dancei) por esse 2011 afora e encontrei tanta gente bacana que agora vai comigo, mas, mais que isso me encontrei um pouquinho mais comigo mesmo (por mais que isso pareça uma citação saída diretamente do último best-seller de autoajuda).
Pra coroar essa etapa, terminei o ano (e comecei o novo) com braço esquerdo todo engessado (por causa de uma traquinagem boba). Exercício grande de paciência e humildade. (Tá bom! Tá bom, pessoal! Eu já entendi! Agora posso tirar o gesso?) Fato é que pensei muito sobre isso mesmo. Felizmente não sofri nenhum acidente grave, mas mesmo assim, fiquei mexido e pensando sobre como somos frágeis, como precisamos do outro, como somos (em alguma instância) todos iguais... Au-devant!
A despeito disso, tenho muito que agradecer pelo que passou (e pelo que virá – e vai ser muito bom!). Agradecer. Agradecer. Agradecer. Aos que sempre estiveram por perto, aos que passaram e deixaram marcas e aos que vão seguir comigo. Fica aqui minha gratidão!
Quando fiz aniversário em 2011, um amigo perguntou-me a idade. Ao responder 33, ele, num tom, inusitadamente, profético, disse que era um ano especial na vida da pessoa. Pus a maior fé nisso e tem feito sentido, viu? Diante disso, vou (na maior caradepaulo) adiar meu réveillon pra junho desse ano. Até lá, bienvenu 2012!
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Outras palavras
sábado, 31 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
CARA DE JILÓ
Oi! Ainda tem alguém aí? Eu sei. Cometo o pecado mais hediondo que um (pretenso) blogueiro pode cometer: a infrequência. Mas a vida anda louca (ou serei eu?). Mil coisas a fazer, a dançar, a correr, a conquistar...Quanta sede! E pra ajudar, a criança aqui quebrou um osso da mão e vai amargar mais 3 semanas de gesso (além das 3 já cumpridas).
Quando soube que teria que engessar o braço, pensei logo: não vou poder dançar as coreografias de fim de ano no baile da Incomodança (onde faço minhas sagradas aulas de dança de salão). Aí, fiquei mais triste ainda. É o seguinte: eu nunca sei porque me meto a participar dessas danadas apresentações (dada minha timidez e minha facilidade pra errar as coreografias), mas sei que é bom me desafiar assim. E no final é uma festa só.
Com a patinha esquerda imobilizada (detalhe: sou canhoto), fui logo avisar meu querido professor pra arrumar alguém pra me substituir. Mas, ele, o doidão do Mauro, me respondeu logo que se eu não estivesse com dor, queria que eu dançasse assim mesmo. E eu, tão doidão quanto ele, topei.
‘Bora dançar! Uma salsa deliciosa com o grupo e um samba com a Leiloca. Com o figurino incrementado (essa pulseira branca no braço esquerdo), o primeiro dia de apresentações foi ótimo: errei a coreografia de salsa e no samba o chapéu caiu, tropecei, os óculos voaram longe e eu me diverti pra caramba. No segundo dia, tudo certo! Mais feliz ainda! Para além do esforço de dançar com o braço engessado, sempre tem a torcida dos colegas da dança pra tudo dar certo (uma energia super do bem), as coreografias eram super divertidas (pelo menos pra mim, que estava lá dançando) e tinha amigos dançando juntos (quer melhor?). Barato total!
Pra ajudar passar esses dias chatinhos (e logo logo, se Deus quiser, vou estar bom) dançar foi meu antídoto, sem contraindicações, funcionando melhor que antiinflamatórios e analgésicos.
Um viva ao Deus da dança (ou ao meu Deus que dança)!
P.S.: Cara de jiló é como está a minha por ter ficado tão ausente aqui no blog (prometo assiduidade em 2012) e é também o nome do samba que dancei com a Leiloca, uma dançarina incrível, generosa e que em alguns momentos teve que dançar por nós dois. Meu “brigadim” pro meu cunhado (que me buscou no baile de madrugada, feito adolescente, debaixo de um toró). Mías Gracias Leila, Gabi (outra fofa que dança lindamente) e Gui (canalha e amigão), que além de serem companheiros nessa empreitada, viajaram algumas noites pra me devolver aqui em casa. Valeu!
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
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