terça-feira, 27 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
CORPO
Sabe aquela série de livros 1001 coisas para não-sei-o-quê antes de morrer? Então. Se tiver um das 1001 coisas para fazer antes de morrer, certamente vai ter lá: assistir a um espetáculo do Grupo Corpo.
Eu confesso minhas dificuldades em relação a espetáculos de dança contemporânea. Não consigo mesmo entender aquele povo se descabelando, se estabacando, rolando no chão e dançando?... Você também não terá minha companhia pra ver o Lago dos Cisnes. Desculpa aí. Fazer o quê? Burro e inculto, eu!
O Grupo Corpo é diferente. Tem lá a dança clássica, a contem-porânea e certa vez até a dança de salão. Mas, com o Corpo não precisa entender, precisa incorporar (valei-me Manoel de Barros). Assim mesmo, com esse trocadilho involuntário, mas bem adequado. Para mim, essa companhia atinge o máximo da expressão artística. Explico-me: penso que quem faz arte, faz pra se expressar; mas que a arte ganha outra dimensão quando consegue comunicar, sensi-bilizar, incorporar o espectador. É assim que acontece.
O Grupo Corpo é hoje a principal companhia de dança do Brasil (de reconhecimento internacional) e faz jus a esse título. Dessa vez assisti ao espetáculo “Sem Mim”. Pra variar, tudo lindo: a luz, o cenário, o figurino, a música e a dança, claro, com a competência e as marcas da companhia. No programa também tinha “O Corpo”, com música do Arnaldo Antunes (as trilhas sonoras, aliás, dariam outro post). Dos meus preferidos: “Lecuona”, o tal que namora a dança de salão e dá vontade de aplaudir de pé a cada número e o metafísico “Onqotô”.
Se você já assistiu ao Corpo, sabe do que estou falando. Se não, quando tiver uma oportunidade, assista. É uma experiência que mesmo sem entender ou incorporar, vai te emocionar.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011

MENOS CONTROLE, MAIS DIVERSÃO
Enfim, férias! Que maravilha... De mala prontas, me mandei pra Buenos Aires. Não sem antes pegar um dos meu mil caderninhos e anotar todos os lugares que queria ir, endereços, telefones úteis, o que queria comprar, as encomendas, etc, etc ,etc... Dia 1: perdi meu caderninho. Que puxa!
Clic! Eu e minha irmã, a companheira da viagem mais louca por fotos que existe, passeando e clicando tudo na capital portenha... Dia 2: Numa cagada espetacular (perdoem-me o termo chulo) apaguei todas as fotos...Mil vezes, que puxa!
Então, vamos lá Paulo. Você já aprendeu a lição: relaxa...respira fundo...e veja o ponto de luz que se aproxima de você...ouve a música a Enya? Não, não é pra tanto. Fato é que já aprendi que, incidentes, quando acontecem, devem fazer parte da viagem e virar mais uma história pra contar sobre ela. E, mais que isso, aceitar que o Sr. Certinho erra e faz bobagens (administrar as próprias falhas exige um talento...). E que também é bom deixar as coisas acontecerem, sem tanto planejamento e organização. Pode ser mais divertido.
Foi assim que o resto da viagem transcorreu. Claro que minha irmã exigiu o repeteco de alguns cliques, mas, me diverti e aproveitei pra valer. A cidade continua linda e interessante, com seus cafés, livrarias, praças, milongas e muita história por todo canto. Eu quero fazer o tri e aceito convites...No mais, hasta luego Bs. As.
P.S.: Providenciei um novo caderninho na Papelera Palermo (um parque de diversões), porque menos controle não significa nenhum, né?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
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