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quinta-feira, 1 de setembro de 2011


CORPO

Sabe aquela série de livros 1001 coisas para não-sei-o-quê antes de morrer? Então. Se tiver um das 1001 coisas para fazer antes de morrer, certamente vai ter lá: assistir a um espetáculo do Grupo Corpo.

Eu confesso minhas dificuldades em relação a espetáculos de dança contemporânea. Não consigo mesmo entender aquele povo se descabelando, se estabacando, rolando no chão e dançando?... Você também não terá minha companhia pra ver o Lago dos Cisnes. Desculpa aí. Fazer o quê? Burro e inculto, eu!

O Grupo Corpo é diferente. Tem lá a dança clássica, a contem-porânea e certa vez até a dança de salão. Mas, com o Corpo não precisa entender, precisa incorporar (valei-me Manoel de Barros). Assim mesmo, com esse trocadilho involuntário, mas bem adequado. Para mim, essa companhia atinge o máximo da expressão artística. Explico-me: penso que quem faz arte, faz pra se expressar; mas que a arte ganha outra dimensão quando consegue comunicar, sensi-bilizar, incorporar o espectador. É assim que acontece.

O Grupo Corpo é hoje a principal companhia de dança do Brasil (de reconhecimento internacional) e faz jus a esse título. Dessa vez assisti ao espetáculo “Sem Mim”. Pra variar, tudo lindo: a luz, o cenário, o figurino, a música e a dança, claro, com a competência e as marcas da companhia. No programa também tinha “O Corpo”, com música do Arnaldo Antunes (as trilhas sonoras, aliás, dariam outro post). Dos meus preferidos: “Lecuona”, o tal que namora a dança de salão e dá vontade de aplaudir de pé a cada número e o metafísico “Onqotô”.

Se você já assistiu ao Corpo, sabe do que estou falando. Se não, quando tiver uma oportunidade, assista. É uma experiência que mesmo sem entender ou incorporar, vai te emocionar.

domingo, 17 de julho de 2011


DIVERSÃO E ARTE

Pra quem não sabe, se é que alguém não sabe, o INHOTIM é um museu de arte contemporânea, de reconhecimento internacional, que fica em Brumadinho, pertinho de BH. Possui um grande conjunto de obras de arte, de vários artistas do mundo, expostas ao ar livre ou em galerias, num jardim botânico incrivelmente lindo.

Visitar o Inhotim é um luxo só. Em todo canto tem um encanto pro olhar. Dos jardins (em parte criados por Burle Marx) já falei da maravilha. Das obras de arte (passei batido por algumas) a maior parte mexeu comigo: os azulejos vivos da Adriana Varejão, os cacos de vidro do Cildo Meireles, as bolas de aço do Yayoi Kusama, só pra citar algumas. Eu tive a sorte de começar a visita por uma instalação sonora emocionante chamada Forty Part Motet , que já abre os ouvidos e alma pra muita coisa legal que se pode conhecer depois.

Mesmo quem brada quem não gosta ou entende de arte consegue passar incólume por lá. É arte, arquitetura, paisagismo, natureza, gastronomia e muito mais numa combinação perfeita! Demorou pra eu conhecer. Então, se você não conhece, não perca tempo (e me chame pra um bis!)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011


99 NÃO É 100

Acho que todo mundo conhece o Vik Muniz, mesmo que não saiba. Talvez ele seja o artista plástico brasileiro mais pop e bem sucedido da atualidade. Se você não visitou a exposição incrível que percorreu o país em 2009, deve ter visto, ano passado, o trabalho dele na abertura da novela Passione. Se não, tem mais uma chance de conhecê-lo, ou de conhecê-lo mais, no documentário LIXO EXTRAORDINÁRIO. Muito muito legal!

O filme mostra o traballho do Vik Muniz num dos maiores aterros sanitários do mundo, o Jardim Gramacho, no Rio. Lá, ele encontra pessoas incríveis que vão ajudá-lo transformar lixo em arte e que pela arte também serão transformadas. Além disso, o documentário (super premiado e que concorre ao Oscar de melhor documentário) têm mil possibilidades de reflexões. De dramas íntimos à questão da desigualdade social no Brasil.

Numa das cenas mais emblemáticas do filme, o catador mais antigo do Jardim Gramacho, Valter, solta a pérola que dá nome a esse post. Ele se referia a como uma única coisa pode fazer a diferença no final. Falava do lixo, mas podia ser daquelas pessoas, do Vik Muniz, desse filme... Aplausos merecidos ao final da sessão.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FEITO PRA ACABAR

Este ano, alguns discos fizeram a minha cabeça (e meus ouvidos também). De uns, eu falei aqui. De outros, falei só pra mim. 12 segundos de oscuridad do Jorge Drexler (2006), Mar Dulce do Bajofondo (2007), Otra cosa da Julieta Venegas (2010), Música de brinquedo do Pato Fu (2010), Uma prova de amor do Zeca Pagodinho (2008), Bolos, bicicletas e outras alegrias da Vanessa da Mata (2010), e muitos outros animaram minha discoteca.

Mas agora, nos 45 do segundo tempo, quem ‘tá dominando meu toca-discos é o Marcelo Jeneci com o disco Feito pra acabar (2010). Confesso: fiquei sabendo dele através de um segundo caderno... Mas, é que quando li sobre a história e as referências do cara, me identifiquei e fiquei cheio de curiosidade. O melhor de tudo, não me decepcionei.

Além do projeto gráfico incrível, o disco tem músicas lindas, cheias de lirismo, humor, leveza, sofisticação, simplicidade e várias referências (deveras) pop. Tem o vocal lindo de uma cantora chamada Laura Lavieri e tem sanfona (êêêê). Massa demais! A minha escolhida pra embalar esse post: Pra sonhar, do próprio. Play, por favor!

domingo, 12 de setembro de 2010

LITERATURA EM QUADRINHOS

Eu não sou doutor em HQs, mas sempre me interessei por esse universo. A tal graphic novel (me refiro ao formato livro em quadrinhos, sem me prender à definição precisa do termo e com o perdão dos experts) parece que foi descoberta pelo mercado editorial e por mim também. Dois livros que me cativaram nos últimos tempos são exemplos disso. Olha só!


1. Retalhos, de Craig Thompson
Na orelha do livro tá escrito: “Retalhos trata da tragédia e das dores, físicas e morais, de crescer sentindo-se diferente do ambiente que o cerca”. “Thompson retrata sua própria história, da infância até o início da vida adulta, numa cidadezinha (...) dos Estados Unidos que parece estar sempre coberta pela neve. Seu crescimento é marcado pelo temor a Deus – transmitido por sua família, seu colégio, seu pastor e as trágicas passagens bíblicas que lê – que se interpõe contra seus desejos, como o de se expressar pelo desenho”.

O autor ainda destaca sua relação com o irmão mais novo e, principalmente, com Raina, uma garota apaixonante que mudará suas visões de mundo. O livro tem uma linguagem gráfica muito massa, com desenhos lindos e uma história muito humana. Fiquei altamente envolvido e comovido com a história.

2.Persépolis, de Marjane Satrapi
Nessa autobiografia em quadrinhos, a autora iraniana conta sobre sua infância, suas relações familiares, a educação que combinou valores tradicionais com outros ocidentais e de esquerda, seu exílio, suas descobertas e sua formação, tendo nascido num país mergulhado "nas trevas do regime xiita". Ela conta sobre como é ser num mundo que não é o que você deseja.

A contracapa do livro diz: “Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama – e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.” O desenho da Marjane Satrapi é muito particular e forte. O livro é lindo e emocionante e já ganhou uma versão pro cinema igualmente massa. Vale a pena ler e ver!

P.S.: Apesar de tratarem de realidades opostas, Retalhos e Persépolis são muito parecidos. Pode ser meio brega, mas tudo se iguala quando o tema são as emoções humanas.

domingo, 15 de agosto de 2010


MÚSICA DE BRINQUEDO

Não é sempre que a gente ouve um disco e adora da primeira à última faixa, certo? Mesmo em discos muito bons, é comum ter aquela música que merece um ffw. O novo disco do Pato Fu é desses que você dá o play e esquece.

Música de brinquedo é um disco criativo, ousado e experimental todo tocado com instrumentos de brinquedo, fora poucas exceções. Fico imaginando o trabalhão que deu encontrar esses brinquedos “tocáveis”, mas valeu muito a pena. São 12 regravações que não me canso de ouvir seguidamente e me divertir toda vez que ouço. E mais, a participação das crianças cantando (que poderia minimizar essa ousadia) fez tudo ser ainda mais divertido e me deixou rindo sozinho. Demais! Escuta só Live and let die (Paul McCartney/Linda McCartney).

domingo, 13 de junho de 2010


1. Mary e Max. Uma amizade diferente

É uma animação. É uma animação em stop motion (feita com bonecos de massinha que são fotogrados quadro a quadro). É uma animação em stop motion absolutamente tocante.

Conta a história de Mary, uma garotinha australiana de 8 anos, feia, desprezada na escola, sem atenção dos pais e que tem como amigo um galo; e de Max, um senhor novaiorquino de 44 anos, obeso, judeu, com uma síndrome que parece autismo e viciado em cachorro quente de chocolate.

A vida desses dois solitários se cruza ao acaso: Mary escolhe Max no catálogo para mandar uma carta (ela queria saber de onde vinham os bebês na América... ). A partir daí inicia-se uma longa troca de correspondências sobre a vida, sobre religião, sobre sexo, amor e, principalmente, sobre a importância e o significado da amizade. O filme é um drama cômico, profundo, que oferece mil possibilidades de reflexão. O visual é incrível e o desfecho emocionante. Já tá na minha lista de favoritos.


2. Onde vivem os monstros

Adaptado do livro Onde vivem os monstros, de Maurice Sendak, o filme do diretor Spike Jonze (Quero ser John Malkovick e Adaptação), transformou a pequena história numa discussão sensível sobre infância e amadurecimento.

Max é um garoto de grande poder imaginativo e um pouco raivoso. Depois de brigar com sua mãe, foge de casa, vestindo seu pijama de lobo, encontra um barquinho e navegas dias e noites até ir parar numa terra habitada por monstros estranhos. Pode parecer bobo, mas não é.

Autodeclarado rei dos monstros, Max passa a conviver com criaturas com personalidades bem definidas, que podem representar características da sua própria personalidade. Um egocêntrico e impetuoso, outro agressivo, um companheiro e solícito, outro contemplativo e melancólico e por aí vai... Mas nem tudo é diversão e Max vai perceber que a vida (fantasia e realidade) pode ser mais complexa do que parece.

É um filme apaixonantemente estranho. Ora lúdico, ora assustador, tem um visual (in)crível que até faz a gente esquecer que é uma fábula. Eu gostei tanto do filme que sou capaz de devorá-lo.

domingo, 16 de maio de 2010


MAIS UM DOS HERMANOS

Tripla motivação pra eu gostar desse CD: música latina e dança de salão. É que esse é um CD de tango, ou melhor, tango nuevo ou tango eletrônico. O disco é do
Bajofondo, um grupo formado por uruguaios e argentinos (meio a meio pra apaziguar a discussão sobre a nacionalidade do ritmo) e um dos grandes expoentes desse movimento. Como o nome sugere, elementos eletrônicos são misturados ao tango tradicional. Ao que me parece, a ideia é manter a alma tangueira, seu caráter regional mas fazê-lo contemporâneo e universal.

Nesse disco, Mar Dulce (uma referência ao Rio da Prata), Gustavo Santaolalla e sua turma ampliam esses conceitos em parcerias com artistas dos mais variados. De Nelly Furtado a um bandeonista japonês (na música Pa Bailar, que ficou conhecida aqui na abertura da novela A favorita). De Elvis Costello a uma tangueira das antigas do Uruguai chamada Lágrima Rios. Me encanta! Pra ouvir: Borges y Paraguai. Pra dançar: qual é a base do tango? É a caminhada! ;)


P.S: O terceiro motivo é que esse CD me lembra a viagem massa que fiz com duas grandes amigas pra Buenos Aires. CD made in La Boca.

sábado, 15 de maio de 2010

12 SEGUNDOS DE OSCURIDAD

Ele ficou famoso com a música Al otro lado del río que recebeu o Oscar de melhor canção original pelo filme do Walter Salles, Diários de Motocicleta. É uruguaio, radicado na Espanha e super ligado em música brasileira. Jorge Drexler é o autor de 12 Segundos de Oscuridad, disco de 2006 que é mais uma tentativa minha de conhecer um pouco da música feita pelos vizinhos latinos.

Adorei o disco logo na primeira vez que ouvi. Tem um certo clima melancólico, mas não é triste. As parcerias com o pessoal do tango nuevo aparece nos elementos eletrônicos usados na música e dão uma cara de moderno (não de “moderninho”). Sugere imagens lindas e tem letras preciosas (até onde consigo decifrar com meu portunhol). Na música que dá nome ao disco, por exemplo, ele diz, referindo-se a um farol: “no es la luz que importa en verdad / son los 12 segundos de oscuridad.” Em outra, Hermana duda, ele fala: “soy jardinero de mis dilemas”. Sensacional! Mas, melhor que eu falar, é ouví-lo. Na dúvida, escolhi as duas que mais gosto e que dão uma mostra da sua ligação com o Brasil. A primeira, Quienquiera que seas, com o Moska e segunda, Soledad, com Maria Rita. Um clique por um som.



domingo, 21 de fevereiro de 2010


PRECIOSA

16 anos. Mulher. Negra. Pobre. Obesa. Semianalfabeta. Mãe de duas crianças nascidas do estupro do pai (uma delas tem Síndrome de Down). Sonha com um namorado. Pra ela, amor é a violência física e sexual dos pais. Às vezes, ela quer, apenas, morrer. Assim é a história da Claireece "Preciosa" Jones. E olha que não é tudo.

Pra alguns o filme "Preciosa" é um dramalhão. Pra mim é um filme muito intenso. Não saí do cinema feliz da vida. Não tinha jeito. Mas fui pra casa pensando: o que fazer quando a vida não te dá escolhas? O que fazer quando a vida te impõe condições tão cruéis? (Não me falem de missão, karma ou castigo). O que fazer com essa realidade agora?

A Preciosa do filme, por vezes, se refugiava na sua imaginação. Mas foi perseverando na sua esperança que ela encontrou uma forma de romper com essa história e escrever, literalmente, uma vida melhor. Feliz? Não sei. Mas, melhor. Preciosa me respondeu que há sempre uma escolha.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

VEM PRO BAILE PARTIMCUNDUM

Adriana Partimpim foi um sucesso. Música pra crianças e pra adultos (des)avisados. Então, Partimpim 2 já nasceu com pedigree. E eu adorei. Caetano Veloso disse alguma coisa do tipo que Adriana Calcanhotto, a Partimpim, consegue deslocar uma música de um determinado contexto para inseri-la no universo infantil. Eu assino embaixo (agora a fala dele tem respaldo). Isso é o mais bacana dos discos da Partimpim. Ela tem um olhar de criança pro mundo e pra música. Aí, não dá outra. O resultado é inventivo, lúdico, divertido, poético, animado e mais um monte de adjetivos.

No disco, Gatinha Manhosa que o Rei e o Tremendão provavelmente fizeram pra algum broto legal, vira uma música pra felinos, ou melhor, pra Ming lé, a gata da Partimpim. Tem a versão-catecismo do Zé Ramalho pra uma música do Bob Dylan. Tem Villa-Lobos. Tem João Gilberto. Tem Na massa, uma música que sugere mil imagens, de Davi Moraes e Arnaldo Antunes. Tem uma do próprio Caetano, Alexandre, que virou uma aula musicada de história. Tem mesmo é que ouvir! Pra animar esse post escolhi (missão difícil) da própria Partimpim, o forró moderninho sobre amor Menina, Menino. Um clique por um som!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009


CON LIMÓN Y SAL

1. Eu não entendo nada de música, mas sou louco por.

2. Não sei porque ignoramos tanto o que acontece musicalmente nos países hermanos (Shakira, Julio Iglesias ou qualquer outro que fez sucesso no resto do mundo primeiro não vale). O Tratado de Tordesilhas ainda em vigor? Ao que me parece não para eles, que até onde sei, conhecem e curtem a nossa música. Então, tenho estado mais curioso em relação à música feita pelos nossos vizinhos de América Latina.

3. Dito isso, vamos ao motivo deste post: Julieta Venegas.
Uma moça de beleza particular, tocando acordeon e cantando uma música meio... "diferente". Foi assim que conheci essa artista mexicana (estadunidense só de nascimento, bem sucedida na "vizinhança" e dona de alguns Grammys). Achei a combinação muito pop. Aquela música... "diferente" me ganhou e me fez comprar o CD MTV Unplugged(?), que não parei mais de ouvir. Não sei classificar a música que ela faz. Nem precisa. Da sanfona (que acho demais) até uma tuba (pra mim foi a cereja do bolo), tudo é vibrante e surpreendente. Parece pintado por Frida Kahlo. E, até onde meu portunhol me permite ir, as letras são bem legais. Ainda tem a participação da Marisa Monte cantando uma música muito bonitinha. Pra terminar: o disco traz, na capa, a foto dela se equilibrando nas cordas do que parece um violino. Eu acho que ela se equilibra também entre o antigo e o novo, entre o pop e o conceitual.
"Si quisieras andar conmigo..."

P.S.: A música... "diferente" que eu falei era El presente. Pra ouvir, (se o tocador que está logo abaixo funcionar) é só apertar o play!


domingo, 1 de novembro de 2009


MICHAEL JACKSON'S THIS IS IT

Ele é o cara. Parece até estranho ver aquela figura frágil, infantilizada, feminilizada se transformar num artista gigante, forte, enérgico. É o que vemos nas quase duas horas do filme Michael Jackson's This is it.

Aqui, não interessa a atribulada e esquisita vida particular do cara. O filme é uma compilação das mais de 100 horas de gravações dos ensaios para os shows que aconteceriam em Londres. Sua majestade passeia, tira onda. Conhece detalhadamente todas as músicas, as coreografias, participa de tudo, canta e dança muito, demais, pra c... A sensação é de estar participando um pouquinho do show. Dá vontade de aplaudir ao final de cada número. Até porque é um desfile de clássicos pop: entre outros, Smooth Criminal, Beat it, Billie Jean e o clássico dos clássicos, Thriller, com novas imagens muito legais.

Ao final, fica uma sensação estranha de alegria - por ter visto o gênio criador em ação - e de tristeza, por saber que acabou. Mas fica, também, uma certeza: o rei não está posto!

P.S: Sei que pra primeira sugestão do cardápio, não fui muito original. Mas, garanto que é uma ótima pedida! Ah, pra acompanhar sugiro ouvir Rock with you, das minhas favoritas, que não está no filme.