sexta-feira, 23 de abril de 2010

Clique: Bárbara | Papel e Tudo
TAMBÉM SOU DA SUA COMPANHIA

23 de abril é dia de São Jorge. Jorge é da Capadócia. Nasceu por lá. De lá pra Palestina, seu espírito guerreiro ganhou armadura e cargo no exército. Cristão convicto, foi torturado por defender sua fé. A cada tortura resistida, mais pessoas se convertiam ao Cristianismo. Contrariado, o imperador mandou decapitá-lo. E fim. É isso que conta a história ou a Wikipedia.

Mas, cadê o dragão? Reza a lenda, que uma cidade era atormentada por um dragão com um hálito venenoso e mortal, e que para não destruir tudo e a todos, exigia, a cada dia, uma donzela em sacrifício. Quando só restava a filha do rei, o nobre cavaleiro matou o dragão com sua lança e salvou a cidade e aquela que seria para sempre sua amada. E fim. De novo.

Sincretizado nas religiões, São Jorge é o cara! Aquele que fortalecido na sua fé e na sua coragem encara e supera desafios. É por isso que eu estou vestido com as roupas e a armas de Jorge... Salve Jorge!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

da série B I L H E T E S | Nº 29

quinta-feira, 15 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

da série B I L H E T E S | Nº 28

quarta-feira, 7 de abril de 2010


APROVAÇÃO, JÁ!

Não entendo nada de política. Ponto. Rubem Alves foi quem me apresentou a explicação mais didática (e poética) do assunto: “Política é arte da jardinagem aplicada às coisas públicas”. Sensacional, não é? Pena que nossos representantes não conhecem essa definição. Eles, eleitos por nós para nos representar, geralmente representam interesses pessoais ou de pequenos grupos (oxalá haja exceções).

A sensação é de que uma promiscuidade ética e moral, infelizmente, tomou conta desse segmento. A nós, cabe, além da responsabilidade na escolha desses representantes, acompanhar como nossos “funcionários” (somos “o patrão”) estão trabalhando.

Foi da mobilização popular que nasceu um projeto, previsto para ser votado hoje, 07 de abril, que exige a “ficha limpa” de candidatos a cargos eletivos e determina que criminosos condenados pela justiça, fiquem inelegíveis por até oito anos depois de cumprirem pena.

Algumas notícias já dão conta do jogo político envolvendo essa questão. Manobra de alguns deputados para derrubarem o projeto, manobra de outros para aprovarem e capitalizarem o feito, e por aí vai. Acima disso existe a ideia da divulgação ampla do tema. Hoje, especialmente. Então, aproveitemos os benefícios das tais mídias sociais para nos informar, discutir e refletir sobre nossa participação política. É só “googlar” para saber mais sobre a campanha Ficha Limpa. Uma boa fonte é o site http://www.mcce.org.br/. Informação é uma grande arma!

P.S. em 08 de abril: A votação do projeto, infelizmente, foi adiada. Mas, a mobilização e o esforço para aprovação continuam. Para acompanhar esse trâmite, além do site supracitado, é só acessar http://www.camara.gov.br/ e procurar pelo PLP 518/09.

terça-feira, 6 de abril de 2010


Almofadas Sensações
Design gráfico: Paulo Andrade para Papel e Tudo
Textos: Claudia Nascimento | Produção: Mezza Luna
Fotos: Papel e Tudo

Pra conferir outros produtos, visite o lindo site (tinindo de novo!) da Papel e Tudo, criado pela Designlândia. Com o site e-commerce, a empresa inaugura uma nova fase (que vai ser de muito sucesso!)
Tamo junto e misturado! http://www.papeletudo.com.br/

quinta-feira, 1 de abril de 2010


Extra! Extra!
Olha a Moringa São Jorge (design gráfico de Paulo Andrade, texto de Claudia Nascimento, para Papel e Tudo) no Estado de Minas de 30 de março de 2010.

quarta-feira, 24 de março de 2010

TERRA, TERRA

Sempre adorei ouvir as histórias dos "antigos". Lembro de quando eu era criança e minha avó materna contava muitos "causos". Alguns me marcaram. Lá ia ela: era uma vez... o apocalipse (olha que ótima ideia pra uma criança ter uma boa noite de sono!). Era assustador. Fato é que, nestes tempos estranhos, não sei se estou vivendo num filme catástrofe de Hollywood ou naquela historinha meiga da minha vovozinha.

É enchente, terremoto, tsunami, tufão e tragédia atrás de tragédia. Já me disseram que esses fenômenos naturais sempre ocorreram como agora. A diferença é que, com os lugares cada vez mais super-habitados, as consequências são mais perceptíveis e fatais.

Outros me falaram sobre um ciclo natural de renovação da Terra. Eu disse natural. Então, contentemo-nos com a nossa insignificância e aceitemos a transformação do planeta. Natural!

Eu sei lá... Minha teoria particular é de que o planeta, como um "organismo" vivo, tá fazendo sua revolução silenciosa pra eliminar os corpos estranhos que estão causando desconforto no seu funcionamento. Olha só: a gente, do alto da nossa prepotência, chega aqui, mete a mão em tudo, muda rio de lugar, faz prédio no oceano, emporcalha o ar, derruba uma florestinhas e ainda achamos que vamos sair impunes disso. Pode ser maluquice. Eu sei que sou muito "impressionável". Mas vai que as historinhas da minha vó tinham fundamento?

Por via das dúvidas, custa a gente ser mais educado com o planeta? Não é papo de ecochato, não. É só uma questão de educação. Bem básica. Não jogo papel de bala pela janela do carro, não entupo bueiros. Uso menos sacolinha de plástico, gero menos lixo. E por aí vai. Sei das "condições" que nossa "civilização evoluída" construiu pra se sustentar e que são praticamente irreversíveis. Difíceis de abrir mão. Mas eu tô falando é da conhecida história das pequenas ações que fazem a diferença. Se a gente não salvar o planeta do fim, pelo menos a gente se salva da mediocridade.